Guindaste de pórtico portuárioOs guindastes pórticos (comumente conhecidos como pontes rolantes) são amplamente utilizados na construção civil e na produção industrial, principalmente para operações de elevação em pátios de materiais, siderúrgicas, pré-fabricados e em poços de perfuração em obras de metrô. Sua flexibilidade, segurança, precisão, eficiência, durabilidade e economia são suas principais características. No entanto, acidentes ocorrem ocasionalmente devido à gestão e ao controle inadequados em termos de identificação de riscos, controle de equipamentos, operação por pessoal, fatores ambientais, etc. Este artigo analisa os problemas e as causas atuais dos acidentes com guindastes pórticos e, por meio de três casos típicos, propõe medidas de segurança para a gestão desses acidentes. guindaste pórtico de doca Sevencrane por atacado por meio de “sistemas de construção, fortalecimento de padrões e prevenção de condições climáticas extremas” (estabelecimento de um sistema de gestão sólido, fortalecimento da gestão padronizada no local e prevenção de condições climáticas extremas).

Os principais riscos de segurança dos pórticos rolantes concentram-se em condições climáticas extremas, instalação e desmontagem, uso, manutenção e outras etapas do processo. Em algumas circunstâncias, os riscos acima podem coexistir, ser ocultos e repentinos.
(1) Resposta insuficiente aos riscos ambientais naturais. Durante as operações de içamento, a construção não pode ser realizada quando ocorrem raios, chuva, neve e ventos fortes. Durante a ocorrência de raios, a corrente elétrica pode atingir o Melhor opção para guindaste pórtico industrial em docas causando vítimas e danos aos equipamentos. Em condições climáticas de chuva, neve e vento, o vento produzirá fortes impactos sobre o guindaste. Em casos graves, pode ocorrer um acidente de grandes proporções, no qual o guindaste pode tombar e capotar.
(2) Identificação insuficiente dos fatores de risco para defeitos em dispositivos de içamento e equipamentos. Os dispositivos de suspensão e os dispositivos de içamento, como lingas, cabos de aço, manilhas, polias, etc., não são mantidos e inspecionados regularmente de acordo com os requisitos das especificações técnicas de segurança. Há problemas como quebras e rachaduras graves, nós, etc.
As passagens de equipamentos e a proteção da plataforma não estão instaladas, os trilhos estão deformados, os dispositivos de segurança não estão instalados ou estão danificados, as conexões dos parafusos não estão no lugar e existem rachaduras em componentes principais e outros perigos ocultos que não foram tratados no local.

(3) Gestão e operação inadequadas do pessoal operacional. O pessoal operacional especializado, como operadores de máquinas de elevação, comandantes de içamento e operadores de cabos, não possui certificados para trabalhar ou não possui as habilidades correspondentes. Os operadores não realizaram as inspeções pré-operacionais exigidas, não seguiram os sinais de comando durante a operação, não fizeram os registros de passagem de turno após a operação e não tomaram medidas de segurança, como proteção contra tufões e ventos fortes. A manutenção de rotina não foi realizada com o devido cuidado e os perigos ocultos não foram tratados em tempo hábil.